segunda-feira, 27 de março de 2017

Wendy: Game Boy Color


Esse jogo faz jus ao color do Game Boy Color. Além de muito bonito lembrando desenho animado com vários personagens, as cores foram usadas ao máximo para extrair o que o portátil tem de melhor neste quesito.
 

Sailor Moon S: Game Gear


Certo. Bishoujo Senshi Sailor Moon S é um jogo específico para quem gosta do anime, é o que temos de mais próximo do termo fã service, não tenho dúvidas, e eu afirmo isso porque gosto muito de Sailor Moon e mesmo assim olhando o jogo apenas pelo jogo em si, Sailor Moon S deixa muito a desejar

terça-feira, 21 de março de 2017

Turmoil: Atari 2600

Para cima, para baixo… para cima, para baixo… atira, atira, atira… para cima, para baixo… isso parece muito chato, simples e sem graça para um jogo e é basicamente isso que fazemos em Turmoil. Mas na época em que um console possuía apenas um botão de ação e a diferença técnica dos televisores nas lojas era entre os televisores “coloridos” e os preto e branco, é claro que em tempos assim um programador de jogos deveria ter não só conhecimentos de lógica e programação como também de esoterismo e magias ocultas, só assim para fazer bons jogos ou pelo menos jogos que valessem a pena pagar por eles.



Em um primeiro contato Turmoil se mostra absolutamente simples e banal. Temos uma nave que se movimenta apenas para cima e para baixo no centro da tela e possui tiros para destruir os inimigos que aparecem ora de um lado, ora de outro. Só isso. As variáveis de jogabilidade são tão simples que Pac Man em comparação já seria um jogo denso. Mas isso só em um primeiro contato, simples ele é e isso não muda, mas o que muda é a forma como o desafio é proposto.
 

Iga Ninden Gaiou: PC Engine CD

Iga Ninden Gaiou conta uma história simples. Ninjas, rapto de uma garota, um grande chefão que possui um arsenal incrível, biotecnologia, magias e, claro, espadas. É insano mas para os padrões do videogame é algo simples e até repetitivo em outros jogos.

Além disso traz algumas outras coisas que com certeza são importantes para fechar as lacunas desta trama de videogame, mas que infelizmente vão ficar perdidas. O jogo inteiro é em japonês e para meu desespero, possui muitas falas, muitas. Eu que mal falo português e tropeço feito um bêbado no inglês, o idioma nipônico é o equivalente a uma criptografia.



Joguei o game inteiro e fiquei confuso em relação ao papel de alguns personagens dentro da trama mas pelo que deu para deduzir é mais ou menos assim. Dentro de um reino, ou algo parecido a um pequeno vilarejo de samurais, ninjas e “japoneses do campo”, aparece à noite um invasor terrível que fardado, lembrando um pouco o Bison de Street Fighter e com cabelos loiros e compridos, o que denota ser realmente um estrangeiro e não um japonês, rapta uma garota deste vilarejo.

Logo todas as luzes e alarmes são tocados e todos entram em estado de alerta. Um mestre é morto durante essa invasão por este personagem fardado e um líder político em seguida a essa invasão manda chamar um ninja para ir atrás da garota e vingar essa perda. Nós somos este ninja e esta é a nossa missão.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Felix The Cat: Game Boy

Felix o gato é um desenho clássico, mas clássico mesmo, lá dos tempos do desenho mudo. Os anos 1920 foram seus tempos de glória. Até hoje ele de certa forma é um personagem conhecido e reconhecido, mas não com a mesma força de antes.



O jogo é super resumido, por exemplo. Ao invés de apresentar uma introdução rápida sobre a trama, o jogo coloca na tela de abertura mesmo a namorada de Felix sendo raptada por um cientista em uma nave voadora que passa cortando a tela de título. Não há textos em parte alguma, é o jogo, a tela inicial e uma imagem animada com a namorada presa e apaixonada na tela final seguido de um The End. Nem os créditos aparecem em parte alguma, só na tela inicial.